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Placar da Rodada..


Corinthians 2 x 0 Náutico
Só precisa fazer o feijão com arroz.

Atlético-PR 2 x 2 Cruzeiro
Jogo duro apesar do Atlético-PR está brigando para sair do rebaixamento.

Santos 2 x 1 Coritiba
Coritiba fora não é o mesmo e o Santos tem que colocar o pé fora do rebaixamento.

Santo André 1 x 2 Avaí
Quem diria em Avaí..

Sport 2 x 1  Fluminense
Apesar de estar jogando um bolão acredito eu, que o time cansou. Ainda mais com a ausência de alguns jogadores importantes.

Botafogo 1 x 1  São Paulo
Com certeza terá uma mãozinha do árbitro nesse jogo..

Flamengo 2 x 0 Goiás
Nem preciso comentar..

Vitória 0 x 1  Barueri
Time caseiro ainda amador e cheio de problemas, merece perder!

Atlético-MG 2 x 1 Internacional
Internacional não sabe mais se quer ir para Libertadores..

Lavagem cerebral..

Inclusão ou Escravidão?

Negros seguem excluídos, 120 anos após abolição..

Em 1889, um ano após a assinatura da Lei Áurea e no início da República no Brasil a situação dos negros brasileiros era assim: “Ao ex-escravo restou os trabalhos da rua e da casa, os trabalhos braçais e mal remunerados e que não exigiam qualificação educacional. Jogados à margem da sociedade, permaneceram marginalizados da política e excluídos da organização formal dos operários”, de acordo com a análise de Antonio Ozaí da Silva, doutor pela USP, no estudo A representação do negro na política brasileira.

Cento e vinte um anos após o fim da escravidão, a vida dos negros em geral e dos trabalhadores negros mudou apenas na possibilidade de participação nos movimentos sociais e sindicais. De resto, estão excluídos. Seja nas oportunidades de emprego, no acesso às universidades, na remuneração por trabalho igual prestado por seus colegas trabalhadores brancos.

É por isso que a União Geral dos Trabalhadores (UGT) tem a inclusão social e educacional entre suas principais bandeiras. Os negros ganharam a liberdade formal em 1888. Desde então, vivem uma farsa social que se prolonga até hoje quando sabemos que são mantidos fora da escola, fora dos bons empregos e fora dos cuidados mínimos de saúde pública.

“Analisando a tendência por regiões, vê-se que em todas elas a proporção de negros com escolaridade igual ou inferior ao ensino médio incompleto se aproxima dos 50% ou supera esse percentual. Em Salvador, 47,9% dos negros têm até o ensino médio incompleto; no Distrito Federal, 49,3%; no Recife, 55,4%; em Belo Horizonte, 57,2%; em São Paulo, 60,3%; e em Porto Alegre, 64,9%. Já para os não-negros, a parcela da população nas faixas até o ensino médio incompleto era bem menor, variando de 21,3%, em Salvador a 46,9%, em Porto Alegre”, confirma estudos do Dieese publicados em 2007.

Os negros brasileiros são também excluídos quando analisamos a remuneração mensal.  A Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do IBGE mostra que o rendimento médio habitual dos trabalhadores negros ou pardos é de R$ 847,71, ou seja, é praticamente a metade do que o dos brancos: R$ 1.663,88.

E até quando a economia brasileira vai bem, a população negra amarga exclusões. Aqui, embora a classe média tenha crescido em termos relativos e absolutos, entre a população negra esse crescimento foi significativamente menor.

Segundo dados do IPEA, a quantidade de negros pertencentes à classe
média ainda é muito pequena. A classe média negra das capitais brasileiras teve um crescimento relativo de 10% entre os anos de 1992 e 1999, chegando ao patamar de um terço da classe média brasileira.

Além destas dificuldades, fruto da exclusão social, os negros morrem antes por que sofrem com condições perversas de saúde, segundo estudos de Ana Kátia Costa, coordenadora do Comitê de Saúde da População Negra do Ministério da Saúde. “Do nascimento à velhice, a situação da saúde entre os negros é desigual e perversa. Ser negro é um determinante social da condição de saúde”, afirma Ana Costa.

Segundo ela, os problemas começam com a mortalidade infantil – que é 5 vezes maior entre as crianças negras que entre as brancas – passam pela saúde da mulher grávida, que tem menos acesso ao pré-natal, e pelos doentes mentais, que sofrem com preconceito ainda maior. E na velhice os negros têm menos cuidados e menos acesso a remédios, por exemplo.

A UGT insistirá em políticas públicas de inclusão, que nos obrigam a oferecer Educação e Saúde adequadas às realidades enfrentadas pelas populações negras. Com um monitoramento permanente sobre as oportunidades oferecidas no mercado de trabalho e no acesso às universidades.

Como já faz, por exemplo, o Sindicato dos Comerciários de São Paulo, filiado à UGT, que fez constar em convenção coletiva que as lojas paulistanas tenham em seus quadros funcionais pelo menos 20% de trabalhadores de descendência afro-brasileira e a presença de 30% de não-brancos nos quadros dos supermercados. Além de promover na semana da Consciência Negra, o Seminário Nacional da Diversidade Humana, no Rio de Janeiro. E isto ainda é pouco, podemos e devemos avançar mais!

Ricardo Patah

Se isso for briga..

Diguinho queria surpreender o adversário..


Inocência..

Você era inocente quando ouvia as músicas do tchan?

- Imaginava um tronco de árvore na parte:
…pau que nasce torto, nunca se endireita. Menina que requebra , mãe, pega na cabeça…

- Tinha o põe põe como passinho, ou imaginava um galo e uma galinha dançando e batendo as asinhas:
…põe põe põe… Pra você que põe o “a”, vire um pouquinho para cá. Pra você que põe o “b”, bota a bundinha pra tremer…

- Pensava q o tchan era um bichinho de pelúcia muito fofo:
…Segura o Tchan, amarra o tchan, segura o tchan, tchan, tchan, tchan tchan…

- Achava q a Tcheca era uma boneca, amiguinha do “Tchan”:
…segura a tcheca..solta a tcheca e põe a tcheca pra sambar…

- Pensavam q a mulher tocava flauta:
…ela faz a cobra subir, a cobra subir, a cobra subir…

Pois é, inocência é fueda..

Isso pode?

Eu não participei da pesquisa..

È culpa da mardita..

Se demora mais um pouco ele saia..

Inimigo número 1 do SBT

Pois é Dudu…
Como diria Capitão Nascimento: - Essa pic#!#@%!# não é mais sua..

Pois é..


Dedicado a Edmilson por aquele penalti perdido na final do campeonato..

Aquecimento global..

Podemos ainda fazer alguma coisa..

Momento Sorriso

Como enganar um otário..

Pense rápido

Expectativas de modelo

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